Livros

O filme não é tudo

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Não escreve “o melhor filme”, “o melhor realizador”, etc…, e também não nos dá “terra à vista” quando, invariavelmente, nos seus textos, nos põe a “nadar”. Este livro colige uma série de texto publicados em revistas e em sites e é escrita sobre filmes que não se alimenta só do filme mas das imagens e do cinema, o que quer dizer, da “forma-cinema”, o que passo já a explicar melhor:

A poesia resulta da decomposição do pensamento. O cinema é a exteriorização e visualização disso (sonhos, memórias do túmulo).
Assim, “poesia” é o nome que dou a certas perturbações que em mim provocam as palavras (os mortos) e de que eu sou o local de encontro, hospedeiro e o portador. Ao fim e ao cabo, procuro provocar pelas palavras ou fazer que em mim aconteçam as transformações que Carpenter ou Cronenberg produzem nos seus filmes.

(Imagens Roubadas, de Fernando Guerreiro, edição: Enfermaria 6, novembro de 2017, p.50)

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