Revistas

Parece uma revista, é dos artistas e pretende ser contracorrente

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Há dois motes transversais a esta nova revista cultural: um é a ideia da “morte do artista” (uma reflexão sobre o mundo editorial e sobre a necessidade que hoje o autor tem de se promover a si próprio, mas quando o faz e quando o não faz “é a morte do artista”); o outro é “aprender a cair para cima” (tem a ver com a frustração de quem quer editar e não consegue).

A ideia é fazer um jornal/revista com 60 páginas, dois agrafos ao meio,  quadrado, de bom papel e contracorrente. O escritor homenageado da nº 1 é Mário de Carvalho, de quem é publicada uma ficção inédita e a quem será atribuído um prémio, uma peça da autoria de Paulo Romão Brás.

Assume-se como uma “revista literária de periodicidade eventual”, é dos artistas, e tem esperança de poder ser anual. É possível (e desejável) comprá-la online, por (apenas) três euros.