Cinema

CINEMA, o melhor de 2017 — negros e cheio de cores com belíssimos esforços nacionais

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A Fábrica de Nada
de Pedro Pinho

O que se segue ao acto da Ocupação? O que fazer quando não há certezas? Três surpreendentes horas de um verdadeiro processo de interrogação, longe do romântico, longe dos lugares comuns, perto da política, perto da esfera privada. No fim, apenas uma certeza: não percebemos nada do que nos acontece. Um filme político que nunca o deseja ser. Enorme surpresa do ano.

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