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LIVROS, os melhores de 2017 — o ano dos tradutores, das mulheres, dos grandes clássicos e das pequenas editoras

Captura de ecrã 2018-01-06, às 02.11.38

Não diria que passamos por uma profunda afasia no meio literário português, mas seria muito interessante que tivesse havido alguma “corrente de ar” forte. Contudo, e curiosamente, um dos livros pelo qual passou imenso oxigénio, A Mulher-sem-cabeça e o Homem-do-mau-olhado, de Gonçalo M. Tavares, foi completamente esquecido pelos sítios mais bem frequentados. Mas, em 2017, recuperaram-se bons clássicos. Foi, também, o ano dos tradutores e das mulheres (especialmente, na poesia) e, queixinhas à parte, não ficamos nada mal servidos de ensaios. Uma grande conclusão: desta lista de 42 livros, cronologicamente ordenados, Língua Morta, Averno e Douda Correria são as grandes vencedoras do (nosso) ano.

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